segunda-feira, 15 de março de 2010

A SOCIEDADE DA APRENDIZAGEM E O DESAFIO DE CONVERTER A INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO

A sociedade atual está passando por mudanças tecnológicas que fazem com que as pessoas vão em busca do conhecimento formando uma sociedade de aprendizes, que exige que mais pessoas aprendam cada vez mais, onde quanto mais se aprende maior é a necessidade de aprender.
Segundo Pozo, essa nova forma de aprender não é apenas um requisito para nos adaptarmos as tecnologias, mas também uma exigência para podermos desenvolvê-las e aprofundá-las para, através delas, ajudar a transformar a sociedade do conhecimento na qual estamos inseridos.
O sistema educacional terá como meta fomentar nos alunos capacidades para a gestão do conhecimento para que estejam preparados para enfrentar os desafios que os aguardam na sociedade do conhecimento, ou seja, capacidades para aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação, porém, para mudar a forma de aprender do aluno, requer mudar a forma de ensinar do professor. De nada adianta a escola estar equipada com as mais avançadas mídias e tecnologias inovadoras se não houver mudanças na mentalidade e inovações na prática pedagógica de cada professor, sendo este, um dos maiores desafios a serem enfrentados pelo sistema educacional nos próximos anos.

O Professor Pesquisador e Reflexivo

Segundo o Professor Antonio Nóvoa, em sua entrevista para o Salto para o Futuro, em setembro de 2001, a profissão do professor é bastante complexa e exige grandes mudanças na sua prática pedagógica. A sociedade passou por inúmeras transformações e uma delas foi a evolução tecnológica, com isso o professor precisou repensar sua prática e ir em busca de aperfeiçoamento e capacitações. A evolução tecnológica ocorre tão rapidamente que tornou-se imprescindível a formação continuada para os profissionais que atuam nas escolas e que recebem os alunos com grandes conhecimentos na área tecnológica.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Entrevista do Professor Ladislau Dowbor

Refletindo sobre a entrevista do Professor Ladislau Dowbor, a Escola não é a única fonte de informações para nossos alunos, a sociedade em si oferece inúmeras oportunidades das quais todos tem acesso.Como as tecnologias evoluem com tanta rapidez, nós estamos a merce de ficarmos em defasagem bem acentuada em relação as mudanças que ocorrem. Segundo o Professor Dowbor, não tem idade para aprender, seja na infância, na adolescência ou na terceira idade. Passou o tempo em que antes se estudava depois trabalhava e finalmente se aposentava. Hoje o indivíduo tem necessidade de aprender em qualquer idade para não ficar excluído da evolução tecnológica.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

TECNOLOGIA OU METODOLOGIA

TECNOLOGIA OU METODOLOGIA

As tecnologias estão chegando nas escolas e nós professores precisamos conhecê-las e aprender utilizá-las da melhor forma possível para que elas venham somar em nossa prática pedagógica. De nada adianta inovar as tecnologias se não inovarmos a metodologia.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

BLOG DOS PROFESSORES DE QUIMICA

Blog dos Professores de Quimica que participaram do Curso oferecido pela GERED de São Miguel do Oeste em 2008.

Adriana Regina Bataglin - EEB Alberico Azevedo
Almir Rogério Cecchin - EEB Jaldyr B F da Silva
Claudia Regina Viapiana- EEB São Miguel
Claudinei Fábio Balbinot- EEB Itajubá
Clebson Olimpio Gonçalves - EEB Sara Castelhano Kleinkauf
Ivo Lauro Dill- EEB São Miguel
Ivone Maria Falchetti Baldin - EEB Adolfo Silveira
Nádia Golfetto- EEB Francisco Brasinha Dias
Vilson José Périco- CEDUP Getulio Vargas
Jaqueline Ines Black- EEB Everardo Backheuser

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Reflexão sobre o texto de Moran


Aprendizagem de ser Educador


O educador é um especialista em conhecimento e em aprendizagem, onde a construção de sua identidade ocorre a partir da integração do intelectual, do emocional, do ético e do pedagógico. Através da aprendizagem contínua ele se torna humanizador. Ao longo de sua carreira o educador passa por várias angústias, insatisfações, desafios, frustrações e decepções, mas ainda encontra vontade de continuar e de inovar seu conhecimento.
Ensinar tem momentos gratificantes que eleva a auto-estima do educador, como existe também momentos em que ele se sente impotente diante de tantas mudanças e tantos desafios que a educação apresenta. Apesar da experiência de longos anos, o educador se sente ameaçado e vê que pode ser substituído por profissionais recém formados, cheios de vitalidade e energia, ansiosos para pôr em prática seus conhecimentos.
Moran relata alguns pontos da evolução profissional do educador:
Iniciação: O educador recém formado começa com substituições, cobrindo licenças e férias de outros educadores. Muitas vezes o educador novato confunde sua identidade, “professor ou aluno”? Sua preocupação é cativar e impressionar o aluno para ser reconhecido como professor. Sente medo de ser desafiado ou que suas aulas sejam insignificantes para o aluno. Com o passar do tempo, alunos vão e outros alunos chegam e o processo continua. O educador já tem mais clareza de sua profissão, planeja e desenvolve suas aulas com maior segurança, vê que nem tudo acontece como foi planejado mas procura novos métodos e novas técnicas, inova, ousa mais e reflete sua prática pedagógica.
Consolidação: O jovem professor vai consolidando o seu jeito de ensinar e já tem maior domínio de todo o processo. Então o número de aulas aumenta, o número de alunos é cada vez maior, procura trabalhar em outras entidades para aumentar sua renda. Os textos e atividades se repetem de turma em turma, os trabalhos são muito parecidos em todas as turmas, o tempo para a leitura dos trabalhos é mais reduzido, as técnicas, métodos e fórmulas se repetem por longo tempo sem inovação.
Crise de identidade: Aos poucos dar aula se torna cansativo, repetitivo, os alunos parecem insuportáveis, as reuniões pedagógicas são chatas e mesmice, o salário é baixo e as outras profissões são mais rentáveis. Surge a crise profissional que vem acompanhada com a crise emocional. Qualquer coisa é motivo para não dar aula. Alguns educadores dão a volta por cima, procuram cursos de aperfeiçoamento, dão um novo encremento em suas aulas, inovam e superam a crise, outros, diante da insatisfação, procuram outra atividade e continuam dando aula como um bico.
Mudanças: Com o tempo o educador bem sucedido, inovador, se torna uma pessoa humanizadora, que se renova e encontra força para melhorar, continuar e se encontrar, enquanto outros se acomodam e se arrastam pelas salas de aula. Educadores com a mesma formação, mesma escola e mesmos alunos e encontram-se em situações bem diferentes, uns são bem aceitos pelos alunos e se destacam profissionalmente, outros encontram barreiras em tudo e se tornam profissionais frustrados.
Educador bem sucedido: O educador não precisa ser perfeito para realizar um bom trabalho, desde que esteja atento a evoluir, a aprender e ensinar, ensinar e aprender. O bom educador consegue despertar o que há de melhor em cada aluno.

http://www.eca.usp.br/prof/moran/educa